Ligue 1: o recrutamento digitaliza-se, mas não como se pensa
As ferramentas digitais transformam o recrutamento na Ligue 1, mas não da forma prometida pelos fornecedores de software. Ponto da situação.
A ilusão do tudo-dados
O argumento de venda é que o recrutamento se tornou uma ciência. Algoritmos, métricas, modelos preditivos. As ferramentas existem e alguns clubes usam-nas bem. Mas na maioria dos clubes da Ligue 1, o recrutamento continua a ser uma questão de rede e de confiança. Os dados confirmam ou desmentem uma intuição. Não a substituem. O olheiro que conhece o campeonato tunisino há vinte anos continua a ter vantagem sobre qualquer folha de cálculo.
Onde realmente muda alguma coisa
O que muda não é tanto a forma de encontrar jogadores como a forma de gerir os processos. Os departamentos de recrutamento precisam de ferramentas para acompanhar cinquenta conversas em paralelo, armazenar documentos e partilhar avaliações internas. É aí que o digital faz a diferença. Não na deteção, mas na gestão do fluxo. Um bom diretor desportivo recebe duzentas propostas por mercado de transferências. Sem uma ferramenta para as classificar, é o caos.
As ferramentas que os clubes usam mesmo
Sejamos honestos. A maioria dos clubes da Ligue 1 funciona com Excel, WhatsApp e e-mail. Alguns adotaram plataformas de scouting como o Wyscout ou o InStat. Ainda menos têm um CRM dedicado ao recrutamento. Está a mudar, mas devagar. O principal travão não é o custo. É a resistência à mudança. Os olheiros têm as suas rotinas, e a ferramenta tem de ser melhor do que o sistema atual para que mudem.
FOOTPASS® neste cenário
Não nos posicionamos como ferramenta de scouting. Estamos para garantir a parte de comunicação e verificação. Quando um clube identifica um jogador e um agente o contacta, é esse o momento em que a FOOTPASS® entra. Verificar quem está do outro lado, trocar documentos com segurança, manter um histórico limpo. Abaixo da deteção, acima da assinatura.
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