Autorização do agente. Porque o papel já não chega
A autorização por escrito continua a ser a base jurídica, mas na prática tornou-se quase inútil sem rastreabilidade digital.
O papel continua a ser a norma
Em 95% dos casos que vemos passar, a autorização do agente é um PDF. Por vezes assinado à mão, digitalizado, reenviado por e-mail. Por vezes redigitado, com as datas numa tipografia diferente do resto do documento. Não é necessariamente fraudulento. É artesanal. E artesanal num setor multimilionário é um problema.
O que muda com uma autorização digital
Uma autorização digital não é apenas um PDF guardado na nuvem. O que importa é a prova. Quem assinou, quando, com que identidade verificada, para que âmbito exato. Estes quatro elementos chegam para evitar mais ou menos metade dos litígios que observamos. O verdadeiro valor acrescentado é poder apresentar uma prova em cinco segundos quando alguém contesta a sua legitimidade.
Um litígio que vimos passar
Um clube francês esteve perto de perder um jogador este verão porque um segundo agente contestou a autorização principal. A autorização original existia, mas tinha sido enviada por e-mail, sem selo temporal e sem prova de assinatura. Foram precisos quinze dias e três advogados para esclarecer a situação. Com uma autorização digital com selo temporal, teriam sido quinze minutos. Quinze minutos contra quinze dias. É essa a aposta.
Não é um problema de tecnologia
Podia pensar-se que o desafio é convencer os agentes a adotar novas ferramentas. Na verdade, não é. Os agentes são os primeiros a querer autorizações sólidas, são eles que acabam prejudicados nos litígios. O verdadeiro travão é que até agora não existia um padrão reconhecido por todo o ecossistema. Estamos a tentar preencher esse vazio com a FOOTPASS®.
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