Cofre digital. Onde estão os seus contratos neste momento?
A maioria dos documentos contratuais do futebol circula sem proteção. Uma visão do problema e das soluções disponíveis.
O percurso típico de um contrato
Um contrato de jogador passa em média por seis a oito pares de mãos antes de ser assinado. Agente, advogado do jogador, diretor desportivo, advogado do clube, direção-geral, por vezes um intermediário adicional. Em cada passo alguém envia por e-mail, descarrega, volta a carregar noutro sítio. No fim do processo existe em doze cópias diferentes em outros tantos servidores. Ninguém sabe qual é a versão final.
O risco não é teórico
Vimos contratos modificados depois da assinatura, cláusulas acrescentadas a um documento digitalizado, valores retocados num PDF. Não é ficção científica. É rotina. Quando a única prova é um e-mail com um anexo, qualquer advogado competente pode contestar a integridade do documento.
O que traz um Cofre digital
Um Cofre digital, tal como o entendemos, é um espaço onde cada documento fica com selo temporal, rastreado e associado a uma identidade verificada. Sabe quem o depositou, quando, e cada versão distingue-se da anterior. Se surgir um litígio, sabe exatamente o que foi depositado, por quem e em que momento. É básico, mas não existia no futebol.
Porque é que os clubes ainda não usam isto
Porque até agora as soluções existentes não estavam adaptadas ao funcionamento do futebol. Demasiado pesadas, demasiado lentas, pouco acessíveis pelo telemóvel. Um agente em plena negociação não vai ligar-se a um portal corporativo para carregar um documento. Quer poder fazê-lo em dois toques no telefone. É essa a fricção que a FOOTPASS® ataca.
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